Telefones !

Tel(19)32915265;Fax(19)32915267; Cel/WhatsApp (19)988525268;Emergências!!! Dr. Juan Pablo(19)993185889

DICAS !

EM UM ÚNICO LUGAR!


No Visão Animal – Centro de Oftalmologia Veterinária, contamos com uma equipe especializada e equipamentos modernos, tudo pensado no bem-estar de nossos pacientes e clientes.

Dentre os exames realizados rotineiramente no nosso serviço destacam-se o exame neuroftálmico, a biomicroscopia com lâmpada em fenda, a gonioscopia, a fundoscopia (exame do fundo do olho), a ultrassonografia ocular, e a eletrorretinografia de campo total e as tinções da superfície ocular com corantes específicos. Cirurgias de anexos, superfície e intraoculares, inclusive, a facoemulsificação, a colocação de próteses (orbitárias e intraoculares), são realizadas pela nossa experiente equipe.
No quesito segurança, absolutamente todos os procedimentos anestésicos (tranquilizações ou anestesias gerais), são realizados por especialistas da área, além disso, contamos com equipamentos de anestesia e monitoração de última geração.



Por isso, encontre em um único lugar tudo o que você precisa para garantir a saúde ocular de seu pet.


Ultrassonografia Ocular e Orbitária!

Neoformação retrobulbar! 

Eletrorretinografia!

Nossa rotina!
Eletrorretinograma (ERG) de paciente com glaucoma decorrente da luxação anterior da lente no olho esquerdo, a baixa amplitude das ondas A e B do ERG, são caraterísticas de processos degenerativos da retina.
Se o quadro de luxação tive-se sido abordado de forma emergencial, muito provavelmente o olho seria visual.

Nosso site!

                              

ATUALIZAÇÃO !!!

Comparecemos ao Curso internacional de Oftalmologia Veterinária, realizado na FCAV UNESP Jaboticabal.
Na fotografia, de carona com dois dos maiores exponentes da Oftalmologia Veterinária mundial, os professores José Luiz Laus e Peter Bedford.

PRETINHA ENXERGANDO NOVAMENTE!

Auxiliando na realização de um sonho!

LACERAÇÃO DE CÓRNEA EM 180º E PROLAPSO DE ÍRIS TRAUMÁTICO SECUNDÁRIO EM EQUINO.

O Visão Animal- Centro de Oftalmologia Veterinário em conjunto com a equipe do EQÜIVET, superou outro desafio cirúrgico. Uma égua atleta de Polo, sofreu uma laceração em aproximadamente 180º da circunferência da córnea e prolapso de íris secundário. Para a recuperação da câmara anterior foi empregado viscoelástico e foi necessária a realização de uma vitrectomia anterior, seguidamente a íris foi recolocada a pupila restituída e a aceração suturada. 

O Visão Animal agradece o apoio fundamental da equipe do EQÜIVET !

Edema de córnea



Para a córnea ser transparente, necessita dentre outros fatores estar desidratada (deturgescência), para isto, as camadas mais externa (epitélio) e a mais interna (endotélio) da córnea precisam estar integras. Alterações nestas estruturas decorrentes de traumas, inflamação, malformações, entre outros, permitem que água presente no filme lacrimal ou no humor aquoso penetrem no estroma corneal (camada interna da córnea) hidratando esta estrutura, este processo causa uma aparência opaca ou azulada da córnea. Este processo de hidratação da córnea denomina-se edema de córnea e é um sinal clínico de doença ocular.




Distiquíase.

Na borda palpebral estão localizadas as glândulas de Meibômio, as quais produzem parte da gordura que forma   juto com água e o muco constituem o filme pré-corneal ou lagrimal. Quando folículos pilosos se formam nestas glândulas, os cílios projetam-se  através dos seus ductos podendo entrar em contato direto com a córnea provocando desde irritação constante até a formação de úlceras.  Existem diversas técnicas para o tratamento da distiquíase, a escolha, depende na maioria dos casos da gravidade do quadro e da experiência e domínio que tenha o cirurgião das diferentes técnicas. Nos casos onde houver lesões corneais secundárias, estas devem ser tratadas de forma concomitante. 



Úlceras de córnea profundas (tratamento).

Na grande maioria dos casos a abordagem clínica (colírios e pomadas) numa úlcera de córnea classificada como profunda não é a melhor alternativa. Por questões particulares do processo de cicatrização corneal existe uma maior tendencia ao aprofundamento da lesão do que a sua cicatrização, motivo pelo qual,  a utilização de alguma das diferentes técnicas cirúrgicas para a reparação corneal torna-se  a melhor opção. Dentre as técnicas que podem ser empregadas destacam-se a fixação de um pedículo conjuntival, o enxerto de membranas biológicas e a transposição córneo escleral. Estas técnicas tem como objetivo promover a reestruturação da córnea mediante o aporte trófico (sangue) e/ou estrutural (tecido) à lesão promovendo assim uma rápida cicatrização.  


Glaucoma canino!

O glaucoma é uma afecção caracterizada pelo aumento da pressão intra-ocular. Esta pressão deteriora algumas importantes estruturas causando a cegueira. Existem diferentes tipos de glaucoma (glaucoma agudo, crônico, congênito e secundário), por isso, às vezes, se fala também em glaucomas no plural. A terapia tardia ou inadequada desta afecção pode resultar em cegueira rápida e irreversível e num olho doloroso e esteticamente inaceitável. A realização da gonioscopia e outros exames auxiliam na  identificação  da predisposição de um animal em apresentar esta afecção, o que permite tomar as devidas precauções, com o intuito de diminuir o risco do aparecimento desta afecção.  


Correção estrabismo pós-traumático (proptose).

Estrabismo pós-traumático (proptose).
Correção do estrabismo pós-traumático secundário a proptose do bulbo do olho em cão da raça Boston Terrier mediante a mioplastia corretiva (alteração da inserção do músculo reto lateral).
Imagem após 6 meses da mioplastia reconstrutiva. 

Estrabismo divergente bilateral secundário a mucocele dos seios frontais.

Em muitos casos sinais oculares são decorrentes de doenças que cursam de forma paralela. Neste caso específico, os olhos do animal se encontravam com estrabismo divergente restritivo (olhos direcionados para os lados e que não se movimentam na direção contrária), alem de uma neoformação frontal que não tinha respondido a diferentes tratamentos realizados por alguns colegas. O diagnóstico por nós realizado foi de exotropia bilateral secundária a mucocele dos seios frontais (o acúmulo da secreção nos seios frontais causava a exotropia).
O tratamento nestes casos baseia-se na retirada completa da lesão e da retirada da mucosa sinusal.






Qualittas

Estamos aqui em São José do Rio Preto ministrando o módulo de Oftalmologia (óbvio) do curso de Clinica Médica e Cirúrgica.

Tratamento ocular, cuidados importantes!

Alguns cuidados devem ser tomados quando se realiza um tratamento  para que seus efeito sejam os mais favoráveis. Dentre estes cuidados podemos destacar:
- A limpeza da região antes de um novo horário de aplicação
- A remoção dos pelos da região peri-ocular se estes forem longos
- Verificar a data de validade do produto
- Verificar a recomendação do fabricante do produto com relação à necessidade de manter o produto refrigerado ou não
- Não se recomenda que os envases dos medicamentos utilizados (colírios, pomadas, gel, etc.) entrem em contato direto com o olho ou algum de seus anexos (pálpebras, conjuntiva, etc.)
- Obedecer as recomendações do Veterinário com relação a utilizar colírios ou pomadas ou gel (as diferentes apresentações de um único fármaco podem ter efeitos diferentes e até opostos)
- Respeitar a posologia (numero de vezes e quantidade do fármaco a ser aplicado)
- Não empregar algum medicamento por conta própria (efeitos colaterais)
- Não interromper o tratamento sem autorização do veterinário
- Observar possíveis efeitos indesejados como irritação constante, dor e desconforto após a medicação
-Em alguns casos o colar elisabetano é primordial para o exito do tratamento
  


Nestas fotografias pode ser observado o que pode acontecer quando não são levados em consideração os cuidados básicos ao realizar o tratamento de uma afecção ocular. Neste caso o proprietário medicava constantemente sem realizar a limpeza correspondente antes de uma nova aplicação. Após retirar esse "grude" de medicamentos, secreções e pelo, observou-se lesões palpebrais secundárias além de outros danos oculares decorrentes do tratamento realizado de forma precária.

Abscesso ocular em cobra

abscesso ocularAs cobras não possuem pálpebras que protejam seus olhos, para esta função existe a denominada escama ocular. Esta estrutura é trocada junto com o resto da pele destes animais na época da ecdise (mudança da pele). Nos casos onde por algum motivo a escama ocular persiste após a ecdise, pode acontecer o acúmulo de secreção purulenta sob esta escama. Este acúmulo pode decorrer em danos graves ao bulbo do olho e em alguns casos causa a perda desta estrutura. O tratamento baseia-se na retirada cirúrgica desta escama persistente, na retirada do material purulento, no controle das alterações oculares secundárias e no controle local e sistêmico da infecção. No Visão Animal além de tratar dos pets, trabalhamos com       espécies exóticas, equinos e animais de produção.      
 
                          

      





Gonioscopia e glaucoma

A Gonioscopia é um exame que utiliza uma lente especial para o estudo do ângulo da câmara anterior do olho, onde é realizada a drenagem do humor aquoso (líquido que preenche a câmara anterior). Alterações primárias (anatômicas) ou secundárias (pós-inflamatórias ou traumáticas), podem dificultar a drenagem do humor aquoso, processo que decorre no aumento da pressão intra-ocular. Este aumento da pressão intra-ocular promove danos irreversíveis em diferentes estruturas retinianas, que significam a perda progressiva da acuidade visual. Esta alteração da pressão intra-ocular em conjunto com outras alterações é denominada de Síndrome Glaucomatosa.  A realização da gonioscopia pode identificar a predisposição de um animal em apresentar esta afecção, o que permite tomar as devidas precauções, com o intuito de diminuir o risco do aparecimento desta afecção. No Visão Animal este exame é realizado de forma rotineira.

Ceratectomia superficial

Este procedimento microcirúrgico caracteriza a retirada de lamelas das camadas anteriores da córnea (epitélio e estroma), sendo normalmente realizado com o intuito de devolver a transparência à córnea. Dentre as causas mais comuns desta perda da transparência elencam-se o acúmulo de pigmento (ceratite pigmentar), formação de cicatrizes, neoformações corneais, entre outros. Para a realização deste tipo de cirurgia com a qualidade necessária é fundamental a utilização de magnificação cirúrgica (microscópio cirúrgico ou lentes de magnificação), além de dominar a técnica a ser realizada. No Visão Animal contamos com microscópio cirúrgico com aumento de até 45X, lentes cirúrgicas com aumento de 6X (profissionais), além de vários anos de experiência na especialidade tanto na parte de cursos e estágios por nós realizados como nos cursos e palestras por nós ministrados.

Fotografia do momento da delimitação da região a ser ceratectomizada.

Fotografia do momento da realização da retirada de lamelas do estroma anterior.